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Tem livro novo na área: Aos meus pais, com amor

21 de janeiro de 2017
livro Aos meus pais, com amor

É como diz aquele velho ditado: casa de ferreiro, espeto de pau. Eu falo do livro de várias pessoas, posto resenha e tal. Mas quando o meu próprio livro sai, eu nem lembro de postar aqui. Desculpa aí, gente! 😂

Mas é isso: há 10 dias saiu a continuação de Ao meu ídolo, com amor. Demorei um pouquinho para terminar, porque sou um nível acima de chata, né? Aí fiquei um tempo lendo sobre casos famosos da Polícia Civil e até da Polícia Federal, pra poder encaixar direitinho as histórias. Eu falo que é uma continuação porque os relacionamentos vem desde o primeiro. Mas são novas aventuras, novos desafios e novas investigações.

Aos meus pais, com amor, assim como o primeiro, não é nenhuma homenagem a alguém que eu conheça. Dedico sempre à minha avó, mas a história é toda focada na Ana Maria e na turma dela mesmo. Ouvi/li todas as resenhas e comentários e tentei, da melhor forma, acertar as dicas que tinham me dado. Mantendo, é claro, a essência da galera. Não dava para mudar muita coisa no humor da Ana e nem nas combinações da Agatha, né?

Aos meus pais, com amorAna Maria está de volta e totalmente recuperada!
Depois de resolver os casos das namoradas assassinadas do ator Bernardo Monteiro (e quase morrer por isso), Ana volta à delegacia para encarar novos desafios. Entre casos da Polícia Civil, protestos e um investigador pra lá de suspeito, ela fica diante daquele que foi o divisor de águas em sua vida.
Como se isso já não fosse o suficiente, a investigadora se vê diante de sessões de terapia, para aprender a lidar com os sentimentos que ela nem sabia que existiam.

Posso falar? Estou mega orgulhosa desse livro. As consultas da Ana com o psicólogo foram meio difíceis, mas controlar as novas emoções dela foram mais ainda. Ela teve altos e baixos nessa história, teve que aprender a libertar alguns sentimentos e a acolher outros. Em alguns momentos eu escrevia chorando, em outros ria sozinha. Foi tenso! Fora os termos técnicos de investigação, que eu não sou muito familiarizada. Mas tentei deixar tudo o mais certo possível, torcendo para que fizesse sentido. A Agatha, inspiração da minha personagem, já leu e mandou o feedback dela:

Aos meus pais, com amor

Certo. E onde posso comprar essa obra prima em forma de livro?

Por enquanto trabalhamos apenas com a versão digital de Aos meus pais, com amor. Não sei dizer se em algum momento teremos a versão física. Sorry. ¯\_(ツ)_/¯

O livro está disponível na Amazon (do mundo todo!) e pode ser adquirido aqui: http://bit.ly/AosMeusPaisComAmor

Dá para ler pelo celular, tablet ou computador, em qualquer lugar. Basta baixar o app do Kindle (que é gratuito) e aproveitar!

Espero que gostem! ❤️

Literatura, Resenhas

Resenha: Ser feliz é assim – Jennifer E. Smith

19 de janeiro de 2017
ser-feliz-e-assim

Andando por uma livraria de Santos há algum tempo, topei com um porquinho simpático, estampado numa capa colorida e me apaixonei. A história parecia ser fofa, não daquelas que vem para dar uma grande lição, mas daquelas que tiram a gente desse mundo cruel e nos transporta para um lugar só nosso. Resolvi dar uma chance ao porquinho e o levei para casa.

E foi dessa forma que conheci Ser feliz é assim, da Jennifer E. Smith.

Resenha: Ser feliz é assim, Jennifer E. Smith Um sensível romance da autora de a probabilidade estatística do amor à primeira vista.
Após Graham enviar, por engano, um e-mail para Ellie falando sobre seu porco de estimação Wilbur, nasce uma inesperada amizade virtual. Ele é um astro de cinema, e ela, uma menina simples que faz o possível para passar despercebida, tentando esconder um escândalo do passado. Sem nem saber o nome um do outro, eles começam uma correspondência virtual, compartilhando segredos, esperanças e medos. Quando surge a oportunidade de Graham filmar seu próximo filme na pequena cidade de Ellie, o relacionamento ganha contornos reais. Duas pessoas de mundos tão diferentes conseguirão ficar juntas?

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16 fatos sobre mim que (quase) ninguém sabe

17 de janeiro de 2017
16 fatos sobre mim que quase ninguém sabe

Dia desses, passeando pelas internets da vida, encontrei a ideia de fazer uma lista com 16 fatos sobre mim que ninguém saiba. Ou quase ninguém, sei lá. Alguns eu comecei a revelar agora, como o número 2, por exemplo. Então muita gente não sabia. 😂

A ideia era postar uma foto recente e a lista com todos os fatos. Olhando meu celular e meu Instagram, percebi que eu quase não tiro selfies. Levando em conta que eu que estou escrevendo, a foto não seria das mais produzidas ou sérias, né? Me joguei ali no Snapchat (que eu tenho, mas nem uso!), peguei aqueles filtros marotos e fiz algumas fotos. O que vale é a intenção.

Foi difícil selecionar esses 16 fatos, cheguei a trocar várias vezes, coloquei observações asteriscos na agenda. Mas cheguei a uma lista e resolvi postar logo, antes que eu acrescentasse mais alguma coisa.

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6 metas que escolhi para 2017

4 de janeiro de 2017
6 metas que escolhi para 2016

Que 2016 não foi um dos anos mais fáceis, todo mundo tá cansado de saber. Como foi difícil pra economia, pros empregos, pra todo mundo. Povo sem dinheiro, sem motivação, sem feriados (qual é, eu sei que a maioria curte um feriadão pra emendar a semana). Mas apesar de todos os perrengues, sobrevivi e até me dei ao luxo de escolher algumas metas para 2017.

No ano que passou, muitas coisas mudaram na minha vida. Comecei a trabalhar no Nubank e me apaixonei cada dia mais pela empresa. Conheci muita gente, topei novos desafios (saí do time de Logística para o de Customer Management). Tive o apoio e o incentivo de pessoas que, honestamente, eu nem imaginava. E que saudade que dá de trabalhar todas as noites com a minha turminha. Além disso, consegui meu cantinho e ele já tem vários móveis. O apêzinho 73 tá uma graça e, mesmo sendo pequeno, ainda sobrou um pouco de espaço.

Sem contar da parte que eu revi minhas inspirações mais do que queridas, fiz uma tatuagem nova, tive momentos incríveis na Bienal do Livro de São Paulo, quebrei o pé e amassei muito meu primo Bernardo (nas vezes que ele deixou, claro). Foi um ano e tanto, com coisas boas e ruins na mesma medida.

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Freebies

Freebie: roteiro mágico para novos autores

25 de novembro de 2016

Uma coisa que eu aprendi com a literatura: tudo nessa vida precisa de um roteiro. Fato.

Quando terminei meu primeiro livro, Ao meu ídolo, com amor, uma das coisas que me assombraram na época era o depois. Eu tinha medo de ficar só naquele livro, de nunca mais escrever nada legal, de não conseguir sequer escrever uma sequência para a história.

Durante a divulgação, algumas pessoas me perguntaram como eu fazia para manter tudo organizado, se tinha um roteiro, quanto tempo eu levei para escrever, como funcionava isso ou aquilo. E ainda me perguntam. Uma vez, o filho da minha professora de português da quinta série (!) quis saber quanto tempo eu levei para terminar de escrever. Quando falei mais ou menos o processo, ele virou pra ela disse “tá vendo, mãe? Você devia escrever um livro também”. Olha a responsabilidade e a honra. Eu servindo de “exemplo” para uma das mulheres que me ensinaram a amar a arte da escrita.

Já cheguei a comentar algumas vezes que não foi um processo fácil. Montei um roteiro, escrevi 290 páginas, não gostei, apaguei e comecei do zero. Quando a história não flui, o jeito é tentar ir por outro caminho ou, no mínimo, esfriar a cabeça. Conseguir uma boa editora também não foi uma coisa simples, quebrei a cabeça, gastei uma grana lascada fazendo publicação independente. Hoje colho os frutos do processo todo, com certeza, mas não foi sempre assim. Então, já que eu teria perrengues depois de escrever, pensei em maneiras de fazer com que a produção do meu lado fosse mais tranquila.

Sou hiper detalhista, principalmente com datas. Gosto de tudo devidamente cronometrado, por isso saio anotando até as horas, se for preciso. A primeira coisa que fiz foi sair em busca de eBooks pela Amazon (porque eu simplesmente sou a louca dos eBooks e compro de 10 por vez!). Encontrei o Nine Day Novel: Writing Fiction: How to Structure and Write Your Fiction Novel Faster, do Steve Windsor, que eu acho que só tem em inglês. A proposta dele era montar um roteiro e escrever um livro em nove dias. NO-VE DIAS! Coisa que eu, até então, tinha demorado DOIS ANOS. Enfim, li o e-Book, aprendi algumas coisas novas. E lá fui eu, mudar toda a estrutura daquele roteiro que, até então, tinha sido perfeito. Pelo menos era o que eu achava.

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Música

Música: playlist #MariaAna

23 de outubro de 2016

Domingão de pé quebrado, sem poder fazer muita coisa. Resolvo fazer o quê? Uma playlist!

Sempre gostei muito de música, até cheguei a fazer aulas de teclado quando era mais nova (me arrependo de não ter continuado, só para registrar!). Claro que, naquela época, eu ia porque meus pais me obrigavam. Mas aprender de fato a tocar, está entre as coisas que eu ainda quero fazer na vida. A música é engraçada. Ela fala por você, ela te emociona, ela provoca sentimentos extremos. Minha criatividade é movida a música. Se estou escrevendo um livro, tem uma playlist rolando no fundo. Aliás, meus livros tem uma música de tema. Ao meu ídolo, com amor, por exemplo, traz Enchanted, da Taylor Swift, logo nas primeiras páginas. E é óbvio que eu choro toda vez que escuto, né?

Nesses últimos dias, dando aquela fuçada básica no Spotify, encontrei a tal Daily Mix que eles fazem. É uma playlist infinita, que toca as músicas que eles acham que mais combina com você. Essa seleção é feita com base no que você costuma ouvir, no que você salvou, os artistas que você segue. E eu achei muito legal, principalmente porque, muitos dos artistas que tem na minha playlist, eu não ouviria porque não conheço. E são muito legais.

Comecei a salvar essas músicas, porque vai passando e eu quero ouvir a próxima, mas depois quero ouvir de novo. Então acabei, sem querer, criando minha própria playlist. E, como sou boazinha (hehehe!), resolvi compartilhar.

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Literatura, Resenhas

Resenha: A Rainha Vermelha – Victoria Aveyard

9 de outubro de 2016
Resenha: A Rainha Vermelha

Se me perguntarem qual o nível de paixão que eu tenho por personagens com poderes, não sei dizer bem. Mas a capa de A Rainha Vermelha, toda prateada e em alto relevo, me ganhou com facilidade. E foi assim que acabei com o livro de Victoria Aveyard na minha sacola da Bienal do Livro.

Claro que nem tudo são flores e, se você está pensando em ler essa trilogia, se prepare: o primeiro livro é muito – muito!wannabe Jogos Vorazes (Suzanne Collins). Tanto que eu pensei várias vezes em desistir. Ao longo da história, eu me deparei com mais situações que já tinham sido vividas por Katniss Everdeen. Então se você tem um problema com esse tipo de “situação”, não gaste suas economias. Mas se tá tranquilo, manda ver!

Resenha: A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho? Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.

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Tecnologia

3 apps que você precisa ter no seu celular

28 de setembro de 2016
3 apps que você precisa ter no seu celular

Eu sou meio ratinha de tecnologia, então vivo experimentando novos aplicativos por aí. Mas sempre tem aqueles que, por mais que a gente fuce sem parar, não dá pra viver sem. Dei uma olhada no meu celular e fiz um Top 3 de apps que eu uso diariamente.

Antes, deixa eu apresentar o meu bichinho: estou usando, atualmente, o Moto G4 Plus. Como meu iPhone 6 foi roubado por um malandro, pilantra, safado mocinho que provavelmente precisava dele mais do que eu 😠, cheguei à triste conclusão que não dá para ter iPhone no Brasil. Primeiro pelo preço, segundo pela insegurança. Mesmo que eu trouxesse um de fora, todo o trabalho de ter arranjado alguém pra trazer, pagar relativamente caro, seriam destruídos se eu saísse com ele na rua. Então o Moto G4 Plus pareceu uma boa ideia (apesar de ser Android).

E é com ele que eu to sobrevivendo, sempre agarradinha aos meus 3 apps favoritos. 💖

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Pets

5 razões para amar a Zee.Dog

23 de setembro de 2016
5 razões para amar a Zee.Dog

Não consigo me lembrar quando foi a primeira vez que me deparei com um produto da Zee.Dog, se foi pela internet, no Pet Vida ou em algum quiosque de shopping. Só sei que foi amor à primeira vista e, desde então, fico babando no site deles.

Quem me conhece sabe que eu sou louca pelo meu Shih Tzu, que trato mesmo como filho. Sei que tem gente que não entende, que acha isso too much, que acha absurdo e vem com aquele papo de “por que não faz isso por uma criança?”. Não vou entrar nesse mérito, mas quem quiser debater, meu e-mail tá aberto para batermos um papo sobre isso.

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Literatura, Resenhas

Resenha: A lista de Brett – Lori Nelson Spielman

16 de setembro de 2016
Lista de Brett

Um pouco antes da Bienal do Livro de São Paulo, dei uma volta na Fnac da Avenida Paulista e fiquei interessada pela sinopse de A lista de Brett (Versus). Foi o primeiro livro que eu li da Lori Nelson Spielman e sempre rola aquela expectativa, né? Mas se tem algo que eu já posso adiantar é: não me decepcionei.

Fazendo uma pequena e rápida análise, achei o jeito que a Lori escreve bem fácil de ler. E isso é ótimo. Nada pior do que aquele livro que você enrosca o tempo todo e não entende o que o autor queria dizer (espero nunca ser um deles!). Terminei a leitura toda bem rápido, acho que levei dois dias. 😃

Resenha: A lista de BrettBrett Bohlinger parece ter tudo na vida – um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.
Deprimida e de luto, Brett não consegue entender a decisão de sua mãe. Seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo impossíveis. Com relutância, Brett embarca numa jornada emocionante em busca de seus sonhos de adolescência.

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